
Não é de hoje que as empresas de comunicação, em especial assessorias e redação, estão diminuindo o seu quadro de funcionários. A cada dia temos menos jornalistas disponíveis nas redações, e um assessor de imprensa responsável por diversas contas, mesmo que no contrato do cliente conste exclusividade, mas a questão ética não será o foco de hoje.
Em eventos, é cada vez menor a participação dos jornalistas. Pois se estes saem, a redação fica desfalcada e, consequentemente, a produção desacelera devido ao tempo gasto no deslocamento. Contudo, até que ponto é interessante ter uma equipe enxuta, que quantitativamente produz o mesmo, mas insatisfeita?
Do outro lado temos as assessorias, que seguindo a mesma linha de economia das redações, concentram o alto volume de trabalho em poucos funcionários. E estes, muitas vezes trabalham, ao mesmo tempo, com contas dos mais diversos setores. Assistentes e estagiários entram para apoia-los nas tarefas diárias, se bem que as vezes acabam fazendo todo o trabalho, por um salário muito menor, vantagem para a empresa, claro.
Obviamente que estas não são práticas encontradas somente nesta área. E depois desta rápida análise de dois dos segmentos da comunicação, deixo aqui o intuito deste post, que é fazer com que as empresas repensem até que ponto economizar com mão de obra, e consequentemente, com know how, é vantajoso.
Perfeito..parabéns, é preciso deixar claro a relação custo-benefício, nem sempre a economia traz um retorno considerável
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