terça-feira, 23 de agosto de 2011

Problema: cliente X empresa




Que o profissional de Relações Públicas cuida da imagem de uma organização todos sabemos, mas todos os comunicólogos que estiverem lendo este post têm que quando digo cuidar da imagem, também pode ser destruir. Afinal, quem melhor do que estes profissionais para acabar com uma reputação.





Como cliente estou muito decepcionada com o serviço de uma empresa de telefonia, e acredito que muitos de vocês também tenham problemas com suas operadoras. Mas o que quero discutir hoje não é a grandeza e urgência ou não de nossos problemas, e sim as armas que possuímos ao nosso alcance para nos fazermos ouvir.





Que o facebook e o twitter podem auxiliar não há dúvida, mas para que as empresas realmente percebam seus consumidores, e aqui quando digo empresas estou me referindo ao departamento de comunicação das mesmas, sejam eles terceirizado ou não.





E se pudermos criar uma corrente nas redes sociais para que outras pessoas insatisfeitas também participem, será ótimo, e se este post for disseminado entre os amigos dos amigos, maravilha, porque quanto maior for o alcance e o número de participantes mais chances teremos para que o serviço seja aprimorado.





Se for preciso fazer como aquela consumidora da Fiat, que postou diariamente o andamento da sua situação faremos, porque se resta alguma esperança, ela continuará conosco, do lado dos consumidores. Aproveito para convocar todos vocês a curtirem, comentarem, postarem nos seus perfis, enfim, fazer com que o movimento progrida.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Museu da Publicidade































Nas informações do blog prometi trazer posts não só de Relações Públicas, mas de assuntos que envolvam a comunicação como um todo. Este é o motivo do post de hoje, entrar um pouco no campo da publicidade.

Em recente visita ao Museu da Publicidade, em Paris, tive a oportunidade de ver cartazes, folders e vídeos, todos relacionados à história da publicidade no país.
Percebi que as mais antigas têm uma identidade totalmente diferente.

Elas “selecionam” um assunto e partir dele desenvolvem toda a campanha. Por exemplo, se uma determinada marca de sabonete escolhe o tema Cleópatra, em todas as peças tem algo que remete ao tema escolhido.

Também vi exemplos muito diferentes de marcas conhecidas, como da Absolut, Louis Vuitton, e uma das marcas que em minha opinião, tem as campanhas mais chocantes, a Benetton.

Os vídeos eram indescritíveis, com exemplos que remetiam dos desenhos animados, com os Flintstone, até à história, como o presente de grego, um comercial da Mercedes que me surpreendeu.

Bom, acho que este é um dos casos em que a imagem vale mais do que mil palavras, então ao invés de detalhar vou deixar-lhes algumas imagens.

sábado, 4 de junho de 2011

Convocação: imagem do país

Até que ponto conseguimos mostrar a verdadeira imagem do Brasil lá fora? A mídia colabora para que ela seja positiva ou negativa? É, parece que são questões meio retóricas se observarmos como o nosso país tem sido representado por aí, inclusive na indústria cinematográfica.
Quem teve a oportunidade de assistir o último filme da saga de Velozes e Furiosos pode perceber um pouco dessa realidade. O filme, que diz se passar no Brasil, não mostra nada além de favelas, traficantes, mulheres bonitas e a corrupção da nossa polícia. Onde no Brasil temos um trem que passa em um deserto? Para começar o deserto está bem longe, e o pleno funcionamento dos trens então...
Mas não é só através dos filmes que a imagem do nosso país tem sido mostrada de forma negativa. As nossas principais notícias são reportadas lá fora, muitas vezes merecendo destaque internacional, e a greve no transporte público da grande São Paulo desta semana é um bom exemplo. Como queremos atrair turistas durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas desta forma?
O país está prestes a sediar dois megaeventos, e o que está fazendo para melhorar sua imagem? Receber duras críticas da Fifa pelo atraso com as obras? Acho que este não é o melhor caminho.
A urgência em se trabalhar a imagem do país já está mais do que gritante. Não quero defender que devemos melhorar nossa imagem apenas para estes eventos, mas já que ela deve sim ser melhorada, que seja a tempo, para que os turistas possam ver as belezas do nosso país, a hospitalidade e o calor do nosso povo, e depois voltem, com ou sem um grande evento que os atraia.
Relações Públicas e comunicólogos em geral do nosso país, o que acham de fazermos o que sabemos de melhor, cuidar da imagem, só que desta vez do nosso país? Como muitos dizem, “fica a dica”.