quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Museu da Publicidade































Nas informações do blog prometi trazer posts não só de Relações Públicas, mas de assuntos que envolvam a comunicação como um todo. Este é o motivo do post de hoje, entrar um pouco no campo da publicidade.

Em recente visita ao Museu da Publicidade, em Paris, tive a oportunidade de ver cartazes, folders e vídeos, todos relacionados à história da publicidade no país.
Percebi que as mais antigas têm uma identidade totalmente diferente.

Elas “selecionam” um assunto e partir dele desenvolvem toda a campanha. Por exemplo, se uma determinada marca de sabonete escolhe o tema Cleópatra, em todas as peças tem algo que remete ao tema escolhido.

Também vi exemplos muito diferentes de marcas conhecidas, como da Absolut, Louis Vuitton, e uma das marcas que em minha opinião, tem as campanhas mais chocantes, a Benetton.

Os vídeos eram indescritíveis, com exemplos que remetiam dos desenhos animados, com os Flintstone, até à história, como o presente de grego, um comercial da Mercedes que me surpreendeu.

Bom, acho que este é um dos casos em que a imagem vale mais do que mil palavras, então ao invés de detalhar vou deixar-lhes algumas imagens.

sábado, 4 de junho de 2011

Convocação: imagem do país

Até que ponto conseguimos mostrar a verdadeira imagem do Brasil lá fora? A mídia colabora para que ela seja positiva ou negativa? É, parece que são questões meio retóricas se observarmos como o nosso país tem sido representado por aí, inclusive na indústria cinematográfica.
Quem teve a oportunidade de assistir o último filme da saga de Velozes e Furiosos pode perceber um pouco dessa realidade. O filme, que diz se passar no Brasil, não mostra nada além de favelas, traficantes, mulheres bonitas e a corrupção da nossa polícia. Onde no Brasil temos um trem que passa em um deserto? Para começar o deserto está bem longe, e o pleno funcionamento dos trens então...
Mas não é só através dos filmes que a imagem do nosso país tem sido mostrada de forma negativa. As nossas principais notícias são reportadas lá fora, muitas vezes merecendo destaque internacional, e a greve no transporte público da grande São Paulo desta semana é um bom exemplo. Como queremos atrair turistas durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas desta forma?
O país está prestes a sediar dois megaeventos, e o que está fazendo para melhorar sua imagem? Receber duras críticas da Fifa pelo atraso com as obras? Acho que este não é o melhor caminho.
A urgência em se trabalhar a imagem do país já está mais do que gritante. Não quero defender que devemos melhorar nossa imagem apenas para estes eventos, mas já que ela deve sim ser melhorada, que seja a tempo, para que os turistas possam ver as belezas do nosso país, a hospitalidade e o calor do nosso povo, e depois voltem, com ou sem um grande evento que os atraia.
Relações Públicas e comunicólogos em geral do nosso país, o que acham de fazermos o que sabemos de melhor, cuidar da imagem, só que desta vez do nosso país? Como muitos dizem, “fica a dica”.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Experiência Profissional


Dizer que trabalhar na área é importante, pode parecer muito simples. A verdadeira importância do trabalho prático, concomitantemente à faculdade, depende muito do curso escolhido.
É claro que um médico, nos seus primeiros anos de estudo, não pode ter a mesma carga horária do que um aluno de engenhatia ou direito. No entanto, vocês devem estar se perguntando, e o estudante de comunicação, como fica.
Para um futuro comunicólogo, a prática é essencial, assim como em muitos outros cursos. A diferença pode estar na quantidade de horas/aula de cada curso. É claro que um cruso integral dificulta a disponibilidade do estudante em estagiar, enquanto um curso de meio período permite que o estudante coloque em prática o que está aprendendo academicamente.
Pensando mercadologicamente, é muito vantajoso para a empresa contratar estagiários. Muitas vezes eles fazem o mesmo trabalho que uma pessoa formada, com um salário bastante inferior, mas não quero entrar no mérito das leis de estágio e muito menos do piso salarial, pois como diz a mastercard, a experiência não tem preço.
Todo conhecimento adquirido durante o estágio será fundamental na futura caminhada profissional. Os objetivos traçados inicialmente devem se adequar as escolhas que forem sendo feitas. A área desejada deve ter preferência na hora de procurar estágio.
Depois de formado, possuir experiência ou não na área, conta pontos a favor ou contra. Assim como a queda d diploma de jornalismo não indica que os grandes veículos de comunicação e as grandes empresas deixarão de dar preferência a quem o possui. Experiência e conhecimento nunca serão demais, e podem contar pontos a favor, nunca contra.